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DICAS DE VIAGEM – CHICAGO

ONDE E COMO

Chicago fica às margens do Lago Michigan, no nordeste do Estado de Illinois, unidade da federação situada no centro-leste dos Estados Unidos. Com quase 3 milhões de habitantes e uma área de 591 km2, é a maior cidade do Estado e terceira maior metrópole americana, atrás apenas de Nova York e Los Angeles. Chicago, no entanto, não é a capital de Illinois, função desempenhada por Springfield.

O Rio Chicago corta o centro da cidade. A parte central é chamada de Loop. A maioria das atrações turísticas está em Loop e arredores. Portanto, não é exagero dividir a cidade conforme o que está dentro e fora de Loop.

POPULAÇÃO
2,8 milhões de habitantes.

ÁREA
591 km2.

MOEDA
Dólar.

CÓDIGO TELEFÔNICO
312 é o código da área central da cidade, 773 é o código da região fora do centro. As cidades da região metropolitana têm outros códigos. Para ligar do Brasil, disque o prefixo de DDI (00), o código da operadora (XX), o código dos Estados Unidos (1), um dos códigos de Chicago (312 ou 773) e o número do telefone local.

PESOS E MEDIDAS
Sistema americano: polegada (2,54 cm), milha (1,65 km), libra (453,6 g), galão (3,78 litros) e onça (29,6 ml), entre outras medidas.

VOLTAGEM
110 volts.


ATRAÇÕES - O QUE VER E FAZER

Art Institute of Chicago: No lado leste do Loop, o museu tem uma coleção invejável, reunindo 5 mil anos de história. Por si só, já seria razão suficiente para visitar a cidade. Sua coleção de pinturas impressionistas é formidável.

Field Museum of Natural History: Exibe desde fósseis de dinossauros a artefatos indígenas, formando um conjunto de 20 milhões de peças. Há uma espécie de excursão africana, que simula um passeio pelas dunas do Saara e reproduz o ambiente de um cemitério egípcio, com 23 múmias. Sua maior aquisição foi o sue, o esqueleto de um tiranossauro rex comprado em 1997 por US$ 8,4 milhões. É o esqueleto melhor preservado já encontrado até hoje.

Lago Michigan: Uma das principais atrações da cidade, principalmente no verão, quando muitos eventos acontecem à sua beira. Para não se perder, tenha sempre em mente que o lago está a leste da cidade.

Lincoln Park: É um dos mais conhecidos parques da cidade e seu movimento não pára, mesmo depois do pôr-do-sol. Sempre tem gente patinando, levando seus bebês ou cachorros para passear, namorando, descansando ou se estressando para estacionar o carro. O Lincoln Park Zoo, fundado em 1868, é o zoológico com a maior população de gorilas do mundo. São mais de 35 deles, nascidos lá mesmo, desde a década de 70.

Museum of Contemporary Art: O prédio é de 1996, projetado pelo arquiteto alemão Josef Paul Kleihues. Trabalhos de Rene Magritte e Andy Warhol, entre outros.

Fora do Loop

Chicago Botanic Gardens: Em Glencoe, tem todas as espécies de plantas que você pode imaginar e é administrado pela Chicago Horticultural Society.

Frank Lloyd Wright Home and Studio: Casa do famoso arquiteto, no subúrbio de Oak Park, onde é possível conhecer melhor a sua vida e obra.

Artigos esportivos

Michael Jordan’s Restaurant: Um dos principais pontos da cidade para comprar suvenires de basquete.
500 N. La Salle Street

NikeTown Chicago: comercializa produtos e a cultura do “just do it”, slogan de marca esportiva, em suas mais variadas formas.
669 N. Michigan Ave.

Suvenires

Accent Chicago: Suvenires, camisetas, memorabilia das equipes esportivas da cidade. Tem dois endereços.
720 S. Michigan Ave.
233 S. Wacker Dr. (Sears Tower)

Bob Horsch Gallery: Expõe 3 mil fotos diferentes de Chicago.
30 S. Michigan Ave.

COMO CIRCULAR
Chicago tem um bom sistema de transporte público. O Chicago Transit Authority, mais conhecido como CTA, abrange praticamente a cidade inteira e inclui ônibus e os trens EL, abreviação, em inglês, de trem elevado. Os táxis são abundantes nos aeroportos e nos bairros mais movimentados. Por ser plana, Chicago é um bom lugar para se andar a pé. Evite dirigir no centro. Não é nada fácil achar um lugar para estacionar o carro, nem mesmo nas vizinhanças como Lincoln Park, Lakeview e Hyde Park.

MELHOR ÉPOCA PARA VISITAR
Entre julho e agosto a temperatura chega a 32 ºC e o ar fica bastante úmido, mas aí acontece o auge do festival de verão. Em setembro o tempo é ideal, embora não haja tantos eventos. O inverno é muito gelado e a cidade recebe o nome de wind city (“cidade do vento”, em português).

ONDE AGITAR

Chicago é a terra do blues. Se você estiver na cidade entre junho e agosto, quando acontecem os festivais, melhor ainda. Em qualquer época, no entanto, há boas casas noturnas com música ao vivo.
House of Blues: Apesar de funcionar desde a hora do almoço, a música só rola à noite. Famoso por seu gospel brunch dominical.
Buddy Guy’s Legends: Como o próprio nome diz, seu dono é o legendário Buddy Guy.
Blue Chicago: Popular entre os fãs do mundo inteiro.
B.L.U.E.S.: Seguramente está entre os maiores bares de blues do mundo.


O QUE E ONDE COMPRAR

CDS

Jazz Record Mart: Tem 20 mil CDs e 30 mil LPs. A maioria dos títulos obviamente são de jazz e blues, mas há seções de música cubana, latina, africana e até brasileira.
444 N. Wabash Ave

Virgin Megastore: Apresenta mais de 350 estações para ouvir CDs e, claro, uma loja enorme.
540 N. Michigan Ave.

The Chicago Music Mart: Shopping center só de música.
333 S. State St, no DePaul Center

O MELHOR DA CIDADE

• Pescar é um hábito natural dos habitantes de Chicago e atividade de veraneio por excelência. As lagoas ficam lotadas e há barcos que saem a toda hora para o Lago Michigan. Os principais peixes são salmão e truta, entre outros.
• Boliche é outro hábito quase oficial, que tem seu ponto alto no inverno. Talento é o que menos conta no esporte. Uma boa pedida é o Southport Lanes, em Wrigleyville, que existe há 75 anos.
• Alugue uma bicicleta ou um par de patins e saia andando pela ciclovia da Lake Shore Drive.
• O outro zoológico da cidade, Brookfield, não está incluído na programação básica, mas vale o passeio.
• Nos festivais, prefira assistir aos shows do gramado, que custa US$ 10 (na concha acústica o preço sobe para US$ 25). Não se vê o show com detalhes, mas o que vale é o clima de piquenique — geralmente com queijos e vinhos. Luzes de velas e o bom sistema de som do parque garantem o programa.
• Os festivais no Grant Park durante o verão (Blues, Gospel, Latino, Taste of Chicago) têm bons shows gratuitos, mas o tumulto é grande. Para quem gosta de convívio com o povão, prefira cachorro quente e cerveja.
• Passear a pé pelo eixo Belmont–Broadway, a versão local (bem mais light) do Greenwich Village. Comércio de artes, cafés, gays, punks...
• O mais interessante dos jogos do Chicago Cubs é o ambiente de festa de amigos e família. Não perca a concentração antes e depois dos jogos nos vários pubs ao redor do estádio. São um programa à parte.
• Bar com blues é obrigatório, mas saia do circuito turístico e vá conhecer os do norte da cidade: Kingston Mines e Green Mill (que, dizem, era freqüentado por Al Capone e amigos).
• Se der saudades do Brasil, o Mad Bar tem uma noite brasileira toda quinta-feira, com um grupo chamado (acredite se quiser) de Chicago Samba School! O samba, bem, é meio quadrado. Mas aí já é querer demais...
• Para os apreciadores da loira gelada, a pedida é o Goose Island. São vários tipos de cerveja, que podem ser tomadas em alguns ambientes diferentes, fabricados em sua própria cervejaria, de mesmo nome. Para os que vivem na cidade é possível obter um MBA (Master of Beer Appreciation), que não sai de graça. Durante um ano você precisa beber 12 dos diferentes tipos e anotar em uma carteirinha escolar sua performance.
• Para os que gostam de comprar, as opções óbvias (Michigan Ave, Oak Street e shoppings) saem caras. Se o intuito é economizar, o melhor são os outlets (fora de Chicago), como Gurnee Mills, Lakeview (Wisconsin), Michigan City (Indiana).

Shopping centers

The Atrium Mall: Roupas, comida e outros serviços.
100 W. Randolph St.

Chicago Place: Saks Fith Avenue, Ann Taylor, The Body Shop, entre outras 50 lojas.
700 N. Michigan Ave.

Michigan Shops: Bloomingdale’s e mais 70 lojas, restaurantes e cinemas.
900 N. Michigan Ave.

River East Plaza: Construído em 1905, foi completamente renovado na primavera de 1999. São sete andares. Os cinco superiores têm escritórios. Os dois inferiores dispõem de lojas, restaurantes e uma companhia de turismo que promove excursões históricas e arquitetônicas.
435 E. Illinois St

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